quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A Ceia de Natal na Escola do Sardoal

No dia 21 de dezembro realizou-se mais uma Ceia de Natal com funcionários e professores do Agrupamento. Os formandos do Curso Profissional de Técnico de Restauração (variante Cozinha e Pastelaria) foram responsáveis pela elaboração das entradas, da sopa e das sobremesas desta Ceia de Natal. Com entradas tivemos folhados de enchidos (trouxa de morcela e maçã, croissant de farinheira e croissant de alheira) e um patê de atum. Quanto ao prato de sopa este foi um creme de castanha, feijão branco e couve branca. De sobremesa foi o tradicional arroz doce e a aletria. Da ementa constou também um bolo de bolacha, um bolo de castanha e noz e um doce de abóbora com iogurte. A festa contou ainda, com um momento de animação especial. O David Macieira com o seu acordeão animou a noite.
 Prof. Jorge Estrela

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Halloween na Cozinha!

Hoje foi dia de experimentar! Primeiro foi um salame especial... ao estilo "Dia de Todos os Santos", com muita canela e erva-doce. Depois um doce de abóbora cozida e iogurte, bem ao estilo do Halloween!
Formandos, formadores, alunos do 1º Ciclo e suas professoras, mostraram muito apreço pelas duas atividades. Os alunos do 3º ano, da turma C, entregaram à turma de Cozinha e Pastelaria uma “árvore de frutas”, feita por eles, como forma de agradecimento pela fruta e doces distribuídos.
Prof. Jorge Estrela

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Dia Mundial da Alimentação no Agrupamento de Escolas do Sardoal

Hoje para assinalar o dia 16 de outubro, dia mundial da alimentação, os formandos do Curso Profissional de Técnico de Restauração (Cozinha e Pastelaria) distribuíram espetadas de fruta, por eles preparadas, aos alunos do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas do Sardoal. Formandos, formadores, alunos do 1º Ciclo e suas professoras, mostraram muita satisfação nesta atividades proposta.
Prof. Jorge Estrela

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

A Cozinha na Roma Antiga

Na Roma primitiva, não existiam cozinheiros propriamente ditos. Os padeiros substituíam-se e eram suficientes para exercer a profissão. A cozinha, dos primeiros séculos de Roma, era das mais rudimentares e para executar pratos simples, com que se alimentavam os romanos de então, não eram necessários praticantes de grande talento.
Por altura do ano 568 de Roma, começou a dar-se festins de luxo e como consequência, são necessários cozinheiros com certa habilidade para os preparar. O cozinheiro, considerado até então como escravo, pago a baixo preço, começa a cotar-se caro. O que não era mais do que uma ocupação passa a ser uma arte. Os cozinheiros romanos constituíam um certo tipo de alta sociedade, uma hierarquia. No tempo do imperador Adriano, chegaram a formar uma academia chamada Collegium Coquorum. Eram pagos a alto preço.
Como na Grécia, o pessoal de cozinha das grandes casas romanas, era posto por servidores, tendo cada um deles atribuições bem definidas. A divisão do trabalho é já nesse tempo a regra das brigadas de cozinha de hoje.
Nestas casas estavam em primeiro lugar o Coquus, que era o chefe propriamente dito a seguir o Focarius, homem encarregado de conservar o fogo, o Coctor que tinha por missão vigiar a cozedura de certos pratos tais como estufados, guisados, etc., o Pistor que não era mais do que um ajudante de cozinha encarregado de preparar os recheios, cortar os condimentos, e também os grãos para preparar o pão e as tortas.
Nas vilas romanas a cozinha era uma das dependências muito espaçosas da habitação. Era obrigatório todos os servidores da casa tomarem as suas refeições dentro dela, sendo estes bastante numerosos. Os utensílios de cozinha dos romanos eram muito parecidos com os dos gregos, na sua matéria e no seu formato. Tinham também um grande número de formas de pastelaria, passadores, escumadeiras, em suma todos os utensílios mais ou menos parecidos com os utilizados nos nossos dias.
Os alunos do Curso Profissional de Técnico de Restauração de Cozinha e Pastelaria criaram protótipos de mosaicos romanos que poderiam estar presente nas cozinhas dessa época:

Técnico de Restauração - Cozinha e Pastelaria

O Técnico de Cozinha-Pastelaria é o profissional que, no domínio das normas de higiene e segurança alimentar, planifica e dirige os trabalhos de cozinha, colabora na estruturação de ementas, bem como prepara e confeciona refeições num enquadramento de especialidade, nomeadamente gastronomia regional portuguesa e internacional.
As atividades principais a desempenhar por este técnico são:

  • Armazenar e assegurar o estado de conservação das matérias-primas utilizadas no serviço;
  • Preparar o serviço de cozinha para a confeção das refeições;
  • Assegurar a limpeza e arrumação dos espaços, equipamentos e utensílios, verificando existências e controlando o seu estado de conservação;
  • Preparar/confecionar fundos, molhos e guarnições;
  • Preparar, confecionar e empratar entradas, sopas, pratos de carne, de peixe e mariscos, de legumes e outros alimentos e sobremesas, quer regionais quer internacionais;
  • Articular com o serviço de mesa a fim de satisfazer os pedidos de refeições e serviços especiais;
  • Pesquisar novas técnicas e tendências de cozinha e pastelaria;
  • Implementar as normas de autocontrolo e HACCP;
  • Gerir e controlar os custos de produção;
  • Colaborar na elaboração de cartas e ementas.